Pastoreando o Coração da Criança III

III. OBEDIÊNCIA: UMA BÊNÇÃO PARA A CRIANÇA.

Gn. 18:19. “Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor, e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito.”

Nós vimos anteriormente, que o problema das nossas crianças não está limitado ao comportamento, mas está diretamente ligado ao coração pecador. Que não basta mudar o comportamento, e sim o próprio coração. Que precisamos fazer com que as nossas crianças vejam que o problema real está no seu coração. Assim poderemos educar corretamente as nossas crianças, livrando-nos da tendência errada de corrigir meramente o comportamento e não desprezando a mudança de coração.

Conhecendo as Atitudes do Coração

Agora vamos ver mais detalhadamente as possibilidades das atitudes do coração, como por exemplo a motivação para vingança que pode estar infiltrada no coração da criança. O qual pode ser expresso na atitude de bater em alguém, que é apenas uma exteriorização da atitude vingativa do coração. Sendo que o contrário desta atitude seria o confiar a Deus esta vingança, o que gostaríamos de ver nelas.

Outra atitude que pode estar no seu coração é o temor do homem, o que seria o oposto do temor a Deus. Ou ainda pelo orgulho, que é o oposto da humildade. O amor próprio em oposição ao amar ao próximo (Fl.2). A motivação pela auto-preservação, ao invés de dar a sua vida por outro (Mc.19). Talvez esteja motivado pelo temor ao invés do amor perfeito que lança fora o medo. A cobiça em oposição a generosidade. A inveja ao invés do desejo do bem para os outros. O ódio ao invés do amor.

Veja que aí nós encontramos uma grande variedade de atitudes do coração. E em cada uma delas não nos cabe impor as nossas crianças a atitude correta apenas. Mas em aconselhá-las e levá-las a entender estas coisas. Eu quero ajudá-las a entender o que vai dentro dos seus corações.
Isto que foi apresentado, não esgota todas as atitudes do coração, mas serve apenas como exemplos para você poder entender corretamente o que estou falando.

No próximo capítulo, nós abordaremos sobre a punição e castigos físicos. Mas mesmo quando se estiver usando a disciplina física, deve-se ter em mente que o problema é a atitude do coração. Pode ter momentos em que não se pode esclarecer isso a criança, mas eu, na minha mente, tenho de ter esta consciência. Vamos sempre lembrar que a “boca fala do que está cheio o coração”.

Conhecendo o Sentimento do Coração

Como sugestão eu gostaria de abordar agora sobre a necessidade de se perguntar sempre o ‘por quê’ para as nossas crianças. Esta pergunta é sempre terrível para elas. Quando se pergunta a elas: ‘por que você fez isto?’ mas elas podem nos responder de forma bem elaborada. Então quando quisermos entender a situação devemos perguntar o que elas estavam sentindo quando fizeram aquilo, ou como você se sente quando vê alguém agindo assim? ou perguntar-lhes sobre aquelas coisas que as ferem, ou sobre os desapontamentos. Nós precisamos aprender a fazer perguntas que as sondem e que faça com que elas abram o coração. Em oposição a isso é comum nós vermos os pais dizerem para as suas crianças que elas não devem se sentir feridas ou magoadas, mas agindo assim, é como se estivessem dizendo que não querem ouvir sobre os seus sentimentos. Esta atitude não vai fazer com que elas deixem de sentir-se mal por algo que sofreram, mas serão desincentivadas a nos falar sobre estes assuntos. É assim que nós queremos que elas ajam para conosco? Você quer que elas cheguem a conclusão de que não está interessado em falar sobre o que está lhes provocando sofrimento? Não seria melhor ouvi-las e ajudá-las a entender o que está acontecendo e a responder de forma bíblica sobre todas estas questões?
Quando a minha filha estava no colegial, aconteceu que ela tinha um professor que não gostava dela. E isto era verdade somente pelo fato de ela ser irmã de um outro aluno que ele gostava muito, e ela não era muito amiga do irmão. E ela passou quatro anos estudando com este professor que lhe perseguiu durante este tempo todo. O que você acha se nós lhes tivéssemos dito que não deveria se sentir assim para com o professor? que ela não deveria falar sobre este assunto em casa? provavelmente nós encerraríamos as reclamações dela, mas não resolveríamos o problema para ela. Nós teríamos apenas nos demovido da posição de pais que poderiam ajudá-la. Ao invés disso, nós buscamos e tivemos muitas oportunidades para falar com ela sobre aquele problema. Olhamos muitas passagens bíblicas que nos ensinam como podemos responder quando somos tratados com injustiça.

Há passagens como 1Pe.2. A segunda parte deste capítulo é sobre como responder a injustiça, onde estabelece uma base muito mais segura para como abordar este tipo de problema. Portanto não tenha medo de validar aquilo que causa sofrimento as suas crianças. Deixe que elas percebam que você entende o problema, para que você possa manter a posição da onde possa dar discernimento bíblico sobre o problema. E para fazer isso é necessário que estejamos preparados para conversar com as nossas crianças. Com as crianças pequenas nós vamos ter de falar sobre isso uma vez, mas com as maiores, elas vão precisar de tempo para pensar sobre isto. Então nossa forma de abordagem deve ser diferente, como: “talvez o que esteja acontecendo com você seja isso…” E depois voltar novamente e falar mais um pouco. Temos de tomar cuidado para não fecharmos a porta da conversa com a nossa resposta brusca ou irada.

Tg.1:19 nos diz que não será através da nossa ira que nossos filhos obterão retidão diante de Deus. Quando nós abordamos ou respondemos com ira eles não falarão conosco, apenas ouvirão, pois eles sabem que quando se está irado não há resposta certa para todas as questões envolvidas no problema. E que não poderão fazer nada para retirar a nossa ira. Seja então pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar, porque a ira do homem não causa a vida reta que Deus deseja. As nossas crianças não vão corresponder acertadamente, simplesmente porque nos iramos.

Empatia: Abertura para o Diálogo

Também é necessário que façamos no nosso lar um ambiente de aceitação para as nossas crianças. Onde não há nenhum assunto proibido que não possa ser conversado. Precisamos dizer algo como: “Não há nada que você venha a me dizer que eu não vá ouvir de forma séria. Talvez eu não concorde com você, mas eu vou ouvi-lo, e eu vou falar com você seriamente sobre as suas idéias e seus problemas”. Então, precisamos ajudar nossas crianças a caminharem do comportamento para a atitude do coração.

Para podermos fazer assim, teremos uma grande ajuda se nós mesmos entendermos como o pecado age em nós. Se soubermos como o pecado age conosco teremos discernimento para ajudar as nossas crianças nessas mesmas questões. As Escrituras nos dizem que os mesmos problemas com o pecado enfrentam todos os homens, inclusive as crianças. Use então este entendimento para trabalhar e atrair as suas crianças, pois assim fazendo, estaremos comunicado-lhes que nós as entendemos e que estamos juntos com elas, e podemos mostra-lhes então, a solução destes problemas em Cristo. É importante para elas perceberem que nós, os pais, somo iguais a elas. E que nós também necessitamos buscar graça em Cristo para os nossos problemas com o pecado, assim como elas.  Leia mais Clique aqui…

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Pastoreando o Coração da Criança II

II. MUDANDO AS ATITUDES DO CORAÇÃO.

Gn. 18:19. “Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor, e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito.”

É um prazer para mim compartilhar com vocês sobre coisas que são preciosas ao meu coração. Nos últimos anos, eu tenho gasto muito tempo tentando entender as crianças e como pastoreá-las. E algumas coisas que vamos ver nestes dias irão ajudar-nos a pastoreá-las. Que o Senhor nos ajude e nos dê entendimento a medida que vamos estudar a Sua Palavra, e a ver as implicações dela. Que pela consideração da Sua Palavra o Senhor nos dê a orientação necessária para aprendermos como pastorear as nossas crianças. Pois nós queremos que o nosso ensino a elas, as leve a presença do Senhor. Queremos aprender a mostra-las a depravação dos seus corações. Queremos apontá-las o caminho a Cristo. Queremos pedir e interceder por elas, para que cheguem a fé e ao conhecimento de Cristo. Portanto, pedimos a Ti, Senhor, que ilumines as nossas mentes e corações para que possamos cumprir essa tarefa que Tu tens nos dado, para a Tua própria glória.

Eu creio que nós, como pais, temos experimentado uma grande variedade de frustrações com as nossas crianças. Quantas vezes nós nos sentimos insuficientes para essa tarefa? e quantas vezes ficamos desencorajados para cumprir com o que nos compete? olhamos para as nossas crianças e ficamos pensando o que vai acontecer com elas. Nós as vemos crescendo e vemos coisas erradas nelas. E vemos que os anos estão passando rapidamente. Então ficamos pensando como poderemos fazer o que Deus tem nos chamado para fazer.

Entendendo o Problema Através da Bíblia.

Muitas vezes vemos as necessidades delas e não sabemos como responder às suas necessidades. E quantas vezes nós respondemos mas não ficamos satisfeitos com a respostas que damos. Também, com freqüência, evitamos assuntos que precisam ser abordados. Nós estamos preocupados, nós vemos certos modelos de comportamento e respostas e nós não sabemos de onde tudo isso vem. Nós queremos ajudá-las, mas não estamos certos de como fazê-lo. E eu tenho descoberto que muitos pais estão frustrados com a sua tarefa. Quero então, chamar a atenção para alguns textos que já temos olhado. Nós precisamos entender o comportamento das crianças com os olhos das Escrituras. Qual é a visão bíblica do comportamento. Se nós vamos entender as nossa crianças através das Escrituras, precisamos saber então, o que as Escrituras dizem a respeito do comportamento delas. O que as Escrituras dizem sobre o porquê as crianças fazem o que fazem. Nós precisamos entender o que é que causa tal comportamento.

A Origem de Todo Comportamento Humano: O Coração

Leia Lc.6:43-44 e você verá que, neste texto, Deus descreve a origem do comportamento humano. A nossa fala e o nosso coração refletem aquilo que somos. Pode-se dizer que o nosso coração determina a nossa fala e a nossa ação. As coisas que as nossas crianças falam e fazem, vem do coração. Nós precisamos sempre lembrar que Marcos também ensina isso em Mc.7:20-23. Você pode verificar que algumas das coisas relacionadas neste texto, também se encontram em sua criança. E assim as Escrituras estão nos mostrando o que se encontra por baixo do comportamento humano. Então, olhando para o comportamento, podemos seguir a linha que nos levará ao coração. A fonte de onde nasce todo comportamento é o coração. E se nós queremos entender o comportamento de nossos filhos, nós teremos de seguir até a fonte, que é o coração deles.

Se isso é verdade, então são as atitudes do coração que estão refletidas no comportamento. O comportamento pecaminoso começa na verdade no coração, e aquelas atitudes do coração se externam. Isso também é verdadeiro quanto ao comportamento correto, comportamento espiritual. Ali também o comportamento é um reflexo da atitude do coração.

Nosso Erro: Abordar Diretamente o Comportamento

Olhando em nossas famílias, nós observamos que isso é verdadeiro. Você tem duas crianças e um brinquedo. O que acontece? os dois certamente estarão disputando o mesmo brinquedo. E olhando para o comportamento, verificamos um comportamento egoísta. Como pais cristãos nós não queremos que nossas crianças tenham esse tipo de comportamento e nós queremos que esse comportamento seja mudado, então, que fazemos? Muitas pessoas fazem o seguinte: ‘Quem pegou o brinquedo primeiro?’ e assim, esta criança não vai observar o ponto correto, porque na verdade você está diante de duas crianças egoístas. A questão de quem pegou por primeiro é apenas uma questão de justiça, mas isso não vai lidar com o verdadeiro problema, o egoísmo, pois elas amam a si mesmas. Então as duas crianças não tem disposição em compartilhar uma com a outra. Cada uma prefere a si mesma, e as duas estão determinadas a ter o brinquedo da mesma forma.

Outra forma de abordar o problema é através do apelo emocional. E dizemos algo assim: ‘eu fico muito triste de vocês agirem dessa forma. Vocês deixam o seu pai e a sua mãe tristes por agirem assim. E o papai vai sair para o trabalho triste por isso, mas eu ficaria tão contente de voltar para casa e encontrar vocês agindo de forma diferente’.

Há também a forma de ameaças. ‘Se vocês vão brigar por este brinquedo eu vou tomá-lo de vocês e dá-lo para outra criança, eu vou tirar tudo de vocês’. Ao ainda: ‘vocês não querem ser pessoas boas?…’ ou ainda ‘o que é que Jesus está sentido ao ver vocês agindo assim?’

Eu estou certo de que nenhuma dessas abordagens vai resolver o problema. Todas elas são tentativas de mudar o comportamento. É verdade que o comportamento precisa ser mudado, e é óbvio que temos de dizer para elas que precisam compartilhar as suas coisas, mas o assunto mais profundo aqui não é lidar com o comportamento dessas crianças.

Eu vou lhes contar uma história que aconteceu comigo enquanto utilizava a forma de ‘quem pegou o brinquedo por primeiro?’. Em uma manhã, quando acordamos, não havia um brinquedo sequer na caixa que se utilizava para guardá-los. Meu filho mais velho tinha acordado mais cedo e tinha então se apossado de todos os brinquedos. Quando ele queria brincar com certo brinquedo ele então ia apanhá-lo no local aonde estavam escondidos. Ele tinha este direito, pois os tinha pego por primeiro. Veja o problema que eu tinha criado ali. Leia mais Clique Aqui…

Pastoreando o Coração da Criança

I. POR QUE ORIENTAR AS SUAS CRIANÇAS?

Gn. 18:19. “Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor, e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito.”

Esta passagem chama os pais para dirigirem seu filhos. Eu sei que a nossa cultura tem se afastado desta tarefa, e que o nosso país, EUA, exporta tanto coisas boas como ruins, e por isso eu estou certo que você também tem sido tentado a se afastar desta tarefa. A minha oração é que nestes dias nós sejamos colocados face a face com a tarefa de dirigir nossas crianças, e que Deus possa corrigir nossas falhas e também nos levar a obediência.

A porção deste verso que eu quero olhar neste momento é a seguinte: “Para que ordene a seus filhos e a sua casa“. Esta passagem nos chama a ordenar a nossa casa. Deixe-me colocar aqui , aquilo que já é óbvio. Este chamado para que nós dirijamos as nossas crianças, implica que elas precisam de direção. As crianças não tem um conhecimento maduro, não conhecem a si mesmas, não possuem experiência da vida, elas pedem direção. E a palavra aqui é que nós devemos por ordem, é colocar as coisas no lugar certo. Nós precisamos dirigir nossas crianças, o que descreve um relacionamento de autoridade. Nós somos pessoas chamadas para dirigir nossas famílias. Deus tem nos dado autoridade para assim agir. No meu país é difícil cumprir este mandamento, pois nós fazemos parte de uma cultura que não gosta de autoridade. Nós não gostamos de estar debaixo de autoridade e também não gostamos de exercer autoridade.

Razões Para Orientá-las

Quais são algumas razões pelas quais as crianças precisam se submeter a nossa autoridade? Por que as crianças precisam de alguém que lhes diga o que é bom para elas? Quais são as necessidades, de uma criança, que pedem direção? Como que as crianças se beneficiam recebendo direção? Essas são as perguntas que queremos responder através da Palavra de Deus.

A primeira razão é que ouvir os pais, é o meio pelo qual o filho ou a filha adquire o entendimento e o temor do Senhor. Há alguma coisa em ouvir e responder aquilo que uma pessoa sábia diz e isto ensina a criança a aprender o temor do Senhor. Em Pv.2:1-5 é apresentado uma resposta sábia à correção e à direção, pois as palavras do pai tem sido aceitas sendo postas no depósito e o coração se aplicou ao entendimento, e, o filho, tem recebido entendimento e discernimento, pois é através de ouvir o pai que a criança encontra o conhecimento de Deus. Por isso nós precisamos ser dedicados no instruir nossas crianças. Nós não devemos permitir que as nossas crianças não recebam estes ensinamentos, pois a criança que não ouve a instrução de seu pai não vai aprender o temor do Senhor e, sem o temor do Senhor, ela não vai encontrar o conhecimento de Deus. É conhecendo o temor de Deus que há a possibilidade de se conhecer a Deus. Então uma das razões porque as crianças precisam da direção dos pais é que assim elas aprenderão o temor do Senhor. Nesta passagem você encontra muitas bênçãos que se seguirão à obediência, e estas bênçãos não virão sobre a criança que não ouve a instrução dos pais.

A segunda razão pela qual as crianças devem receber a direção dos pais é que este é o meio pelo qual a filha e o filho crescerão em sabedoria e ganharão entendimento (Pv.4:1; Pv.13:1; Pv.19:20; Pv.23:22).

A terceira razão é que, recebendo a direção dos pais, a criança terá condição de conhecer a atitude de ser discreto e evitará problemas (Pv.5:1-2). Neste texto são mencionados muitos avisos e advertências com relação a perigos que serão evitados através do ouvir a instrução dos pais (Pv. 5:7). Em Pv. 7:13 menciona os sentimentos de tristeza do homem que não deu ouvidos aos pais. Como é que a criança pode atravessar o desafio da fornicação, da atração e do prazer sexual? Como é que se pode olhar para estes perigos com um julgamento maduro? Pois o nossos jovens não têm se livrado destes perigos e os jovens estão agindo de maneira que desonram a Deus no seu comportamento. As nossas crianças precisam saber que o pecado do sexo haverá de trazer resultados terríveis, e este texto nos diz que isto é aprendido pelo ouvir a instrução dos pais. Pais vocês precisam instruir as suas crianças, ensinem as suas crianças o temor do Senhor, dêem a elas direção, ajude-as a aprender a ouvi-lo, e você tenha discernimento para ver se elas estão ouvindo, encontre um jeito de envolvê-las na conversa como Salomão em Pv. 7:24-27. Como é que o jovem pode alcançar esta sabedoria? ele a ganha por recebê-la através da instrução dos pais.

A quarta razão é que receber a direção dos pais é o meio pelo qual os filhos podem desfrutar das bênçãos prometidas. A criança que receber tal instrução, terá poucas lutas ou dificuldades na vida (Pv.1:8-9). Pois a instrução dos pais será como uma grinalda sobre a cabeça e como um colar, e a criança que recebe esta instrução será grandemente abençoada. As palavras dos pais são vida para a criança, trazem saúde para o corpo todo (Pv.4:20- 22). “Aqueles que me encontram, encontram o favor do Senhor e encontram vida”, e a criança que recebe instrução dos pais, de todos os lados recebe bênçãos para sua vida (Pv.8:32-36). Leia mais Clique Aqui…