Retiro de Jovens em São Paulo

Entre os dias 19 a 21 de agosto de 2011 tivemos o Retiro de Jovens em São Paulo. Nesses dias Deus nos deu o privilégio de receber mais de Cristo através das ministrações e da comunhão com irmão de várias partes do Brasil. Foi um tempo cheio da presença do Espírito Santo, de  comunhão, de cânticos e de edificação. Abaixo os vídeos das ministrações, link de fotos e dos textos compartilhados.

.Para baixar o arquivo PDF da ministração Clique aqui

Para ver as fotos do retiro Clique aqui

A vida de um solteiro cristão

  “Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra. Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.” II Timóteo 2: 20-22

Muitos perguntam sobre como deve ser a vida de um jovem solteiro cristão. Não podemos cair no erro de imaginar um padrão de vida por faixa etária. O chamado do Senhor é único, implicando uma vida substituída: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim…” (Gal. 2:20). A vida de qualquer discípulo de Jesus é guida pelo Espírito Santo (Rom. 8: 14). A Palavra nos ensina a sermos imitadores de Deus (Efésios 5:1). Quando Jesus disse “quem me vê a mim vê o Pai” (João 14:9) Ele manifestou ali como é o caráter do Pai, a quem devemos imitar.

Um jovem solteiro deve ter em mente algumas coisas básicas. Listamos abaixo seis pontos bíblicos importantes.

1. Ter uma experiência verdadeira com Deus

Alguém, inclusive um jovem solteiro, que experimentou verdadeiramente a Cristo, tem profundas marcas em sua vida. Eis algumas:

a. Está crucificado para os desejos da carne. “E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências” (Gal. 5:24). Não vive dominado pelos desejos da carne. Experimenta vitória sobre o pecado. É o negar-se a si mesmo. É uma decisão resultado do seu compromisso com Cristo: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me” (Mc 8:34).

b. Está morto para o mundo e o mundo morto para ele. Vive em busca das coisas celestiais. “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gal. 6:14). A obra do Espírito Santo “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Ef. 2:6) e lá buscamos as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus e não as que são da terra (Col. 3: 1-2). O sistema mundano é inimigo de Cristo. Quem anda com Cristo não pode ser atraído por nada deste mundo. É uma questão de novo nascimento. A palavra sentencia: “Não ameis o mundo e nem o que há no mundo. Quem ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (I João 2:15).

c. Seu velho homem foi crucificado com Cristo e surge um novo homem alicerçado em Cristo. “Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado” (Rom. 6:6). Esta experiência diária de morte na cruz é que nos faz vencer o pecado. Esta experiência resulta em “que se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Cor. 5:14), “porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Rom. 8:13).

d. Está morto para a lei e para o pecado, mas está vivo para Deus: “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus” (Rom. 7:4). Não seguimos um conjunto de normas, mas a Cristo. É Dele que recebemos o poder para vencer o pecado: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rom. 6:11). Não busquemos conhecimentos, que para nada serve, mas conhecer a Jesus. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6). Para continuar lendo Clique aqui.

Maledicência, o disfarce de um coração enganoso

Em 2004, estava retirado na Chapada Diamantina – Bahia, buscando ao Senhor, quando fui despertado por uma passagem que relata o pacto de Galeede feito por Jacó e Labão, tendo por testemunha o Senhor que os vigiava, que iriam cumprir uma aliança que dizia: “para mal não passarei para o lado de lá, e tu não passarás para cá”, “para o bem de seus filhos”. Assim, o Senhor me disse: “O problema mais sério da igreja hoje é a maledicência”. No princípio, eu não enxergava o tamanho da gravidade do desvio, até que observando e estudando vi o que de fato é esse ferino pecado: ABOMINAÇÃO! Trata-se de uma arma destruidora usada pelo inimigo e que “amigos” e “irmãos” a utilizam indiscriminadamente, de forma deliberada e sem nenhum temor.

Eis o papel do Falso Profeta: esta é a entidade maligna responsável por criar “religião cristã”, sem as características e a essência de Cristo Jesus. Em Mt 15, o Senhor recriminou aos escribas e fariseus, quando questionado por seus discípulos não lavarem as mãos antes de sentarem à mesa. Jesus os desmascarou ao confrontar a negligência deles ao “mandamento de Deus” (honrar pai e mãe) com a “tradição dos anciãos”, concluindo: “E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição”. Ele ainda acrescenta as palavras de Isaías: “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”.

Aquela realidade encaixa-se precisamente aos nossos dias quando um irmão tem problema com outro irmão, e, antes de resolver o conflito, procura o discipulador, companheiro, pastor, líder, cônjuge, filhos etc. e não vai direto à pessoa em questão. Em Mt 18:15, a palavra do Rei é clara: “Vai argüí-lo entre ti e ele só”. A covardia, deslealdade, entre outros motivos, levam-nos a transgredir o mandamento claro de Deus, tornando-nos como os fariseus: “religiosos”.

A maledicência visa diminuir a imagem da outra pessoa e chamar atenção para si. Assim fez a serpente com Adão e Eva no paraíso, maldizendo o Senhor e colocando dúvida nas suas palavras, diminuía a imagem de Deus perante eles: “É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comeres se vos abrirão os olhos e como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”. Satanás é o pai da maledicência! Não é em vão que a palavra “diábolos” tem como traduções maldizer, caluniar e falar segundo ele ou por sugestão dele (Satanás). Na lista dos sete pecados que aborrecem ao Senhor, em Pv 6:16-19, o sétimo deles, “que a sua alma abomina” é o que “semeia contendas entre os irmãos”, onde a tradução do grego também é “diábolos”. Essa arma eficaz tem obtido grande êxito para o maligno no meio da casa de Deus, semeando desconfiança e separando irmão de irmão, confirmando as seguintes palavras, inclusive e infelizmente no meio do povo de Deus:

“e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.” (Mt 24:12).
“O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos” (Pv 16:27)

Jesus, nosso modelo, nunca pecou: “ o qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano”. Benditos sejam os seus santos lábios! Assim santificou-se o nosso Senhor. E conosco como será?

São três os agentes deste mal:
1. O Maledicente
2. O Ouvidicente
3. A Vítima

Para continuar lendo Clique aqui…