O Menino Jesus… Menino?


“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Isaías 9:6

Todos os anos os homens comemoram o Natal! A festa do papai Noel, do comércio, dos banquetes e, para uma minoria cada vez mais escassa, o nascimento do “menino” Jesus.

O que o Natal significa para você?

Época de praticar a fraternidade e o altruísmo? Tempo de estar com parentes e amigos? De trocar presentes, de vestir roupa nova e desejar ‘feliz natal’? Época de festejos e eventos para rir, beber, comer e comemorar?

É isto que é o Natal?

Com certeza, alguns poucos ainda respondem: – Não! O Natal é a data em que comemoramos o nascimento de Jesus. Mas, além da tradição, o que o fato de Jesus ter se tornado homem e vindo a terra significa para você?

Sem dúvida, todos gostam de comemorar o Natal. Até os ateus festejam esta data! Há motivação para todos! Para alguns, a visão de um pobre menino, envolto em panos em uma simples estrebaria em Belém é atrativa e desperta emoções. Muitos extraem diversas lições de moral desta cena que envolve pastores, príncipes vindos do Oriente e anjos.

Você deve estar pensando: o que há de errado com isto?

Embora a verdadeira origem do Natal nada tem relacionado a Jesus, e seus símbolos são, na verdade, ofensivos ao cristianismo, o maior equívoco pode estar em se pensar em Jesus hoje como um simples e pobre menino. A história não parou em Belém naquele estábulo. Também, não foi objetivo de Deus apresentar a cena do nascimento de Jesus tão somente para fornecer argumento aos que querem extrair lições e mais lições de moral da mesma, com discursos de simplicidade, humildade e outros valores que devem permear o caráter do homem. Não. A história não parou em Belém. O menino cresceu e se tornou o HOMEM JESUS. Talvez seja cômodo pensar nEle como um menino pobrezinho. Essa imagem certamente nos conduzirá a ter mais compaixão do que respeito e temor por Ele.

Jesus veio à terra há dois mil anos atrás. Nasceu, conforme a Bíblia relata, de uma virgem, numa estrebaria, cercado por anjos, pastores e magos. Mas, daquela estrebaria Ele já saiu! Como também já saiu da sepultura!

Jesus não passou a existir a partir do ventre de Maria. A Bíblia relata que antes de vir a terra Ele já existia e era Deus (João 1:1-3). Como homem, Jesus viveu uma vida santa, de sujeição completa a Deus (Fp. 2:5-8). Viveu 33 anos nesta terra sem pecado (I Pd. 2:22). Morreu na cruz, oferecendo-se em sacrifício (I Pd. 1:17-19), levando sobre si os nossos pecados. Não permaneceu morto, mas ressuscitou após três dias de sua morte (Atos 2:31-32).

Após isto Ele foi glorificado pelo Pai, recebendo toda autoridade, sendo Senhor absoluto de todos, os que reconhecem e os que não o reconhecem como Senhor (Atos 2:36). Hoje está com o Pai, mas em breve voltará para retirar deste mundo em destruição todos os que o amam de coração, estabelecer a Sua autoridade e julgar a todas as nações (Ap. 20-21).

Esta é a história completa. Mas, se você não acredita nela, talvez seja melhor pensar nEle como o frágil menino. Todavia, pense bem, a Bíblia fala de alguém que possui completa autoridade e que tem poder para salvar a qualquer um que O reconhece como Salvador e Senhor.

Essa história vai além de muitas outras que são contadas por aí e vai além de muito do que se chama de cristianismo hoje, pois fala de amor, rendição, submissão à vontade e autoridade de Jesus, e não uma insignificante veneração simbólica.

Dentro em breve não é um menino que estará descendo à terra novamente para estabelecer Seu reino e julgar a todos nós. Agradar e enganar a um menino é fácil. Mas, seria possível com relação ao Rei das Nações?

Que o próximo natal seja diferente em sua vida!

Que você conheça o Homem Jesus, Rei, Senhor, Juiz de toda a terra!

– Jesus é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. (Colossenses 1.15)
– Porque aprouve a Deus que, em Jesus, residisse toda a plenitude. (Colossenses 1.19)
– Jesus é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. (Colossenses 1.17)
– Em Jesus habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. (Colossenses 2.9)
– Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito [Jesus], que está no seio do Pai, é quem o revelou. (João 1.18)
– Jesus é o resplendor da glória e a expressão exata do Ser de Deus, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder. (Hebreus 1.3)
– Em Cristo habita todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2.3)
– O Verbo [Jesus] estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. (João 1.10)
– O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia se manifestou… isto é, Cristo em vós, a esperança da glória. (Colossenses 1.26,27)
– Jesus se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção. (1 Coríntios 1.30)
– Jesus é a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. (João 1.9)
– Deus, o Pai, constitui ao Filho, Jesus, herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. (Hebreus 1.2)
– Jesus é o Mediador da Nova Aliança. (Hebreus 12.24)
– Jesus é o Autor e Consumador da fé. (Hebreus 12.2)
– Em Jesus temos a redenção, a remissão dos pecados. (Colossenses 1.14)
– Há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem. (1 Timóteo 2.5)
– Jesus disse: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14.6)

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Saiamos da defensiva

No Reino de Deus, o modo seguro de perder alguma coisa é tentar protegê-la e o meio de conservá-la é deixar que se vá. A lei da preservação pela rendição e da perda pela defesa é revelada por nosso Senhor em sua declaração célebre, mas pouco entendida “Se alguém vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me”. Mt. 16:24

Vê-se aqui a notória disparidade entre os caminhos de Deus e os dos homens. Quando o mundo larga algum bem valioso, alguém arrebata e some. O mundo tem que preservar o que é seu defendendo-o. Assim os homens escondem os tesouros do seu coração, fecham as suas possessões, protegem seu bom nome com leis contra calunia; cercam-se de estratagemas protetoras de toda a sorte e guardam as costas do país com poderosas armadas. Tudo isto está de acordo com a filosofia de Adão, que provém da sua natureza decaída e é confirmada por milhares de anos de experiência prática. Desafiá-la é provocar o escárnio da humanidade, contudo, nosso Senhor a desafiou.

Para ser específico, Cristo não condenou o mundo por defender o que lhe pertence. Voltou-se do mundo decaído e falou de outro mundo em que a filosofia de Adão é nula e onde suas técnicas são inoperantes. Falou do reino de Deus, cujas leis são exatamente opostas às do Reino do homem ( as bem aventuranças).

Muito antes de Cristo lançar os princípios espirituais que haveriam de governar o novo reino, Deus dissera pela boca do seu profeta. “Os meus pensamentos não os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos”. Is. 55:8 e Cristo disse noutro lugar “Aquilo que é elevado entre os homens, é abominação diante de Deus.” (Lc. 16:15)

Entre as leis espirituais e as leis da sociedade humana há um grande abismo. Em sua sabedoria, Deus se move na via elevada segundo os propósitos eternos; na via inferior, move-se o homem fazendo melhor que pode, improvisando e misturando as coisas sem seguir um plano definido, esperando que as coisas se acertem e quase sempre vendo frustradas as suas esperanças. Para continuar lendo Clique Aqui…

A unidade que está nos destruindo – A. W. Tozer

Quando unir-se e quando dividir-se, eis a questão, e uma resposta abalizada exige a sabedoria de um Salomão.

Alguns resolvem o problema de maneira simples e prática: Toda união é boa e toda divisão é má. Muito fácil. Mas esta maneira simplista de tratar do assunto ignora as lições de história e se esquece das profundas leis espirituais que regem a vida do homem.

Se os homens bons desejassem a união e os maus a divisão. ou vice-versa, isso simplificaria as coisas para nós. Ou se pudesse ser mostrado que Deus sempre une e o diabo sempre divide, seria fácil encontrar nosso caminho neste mundo confuso. Mas as coisas não são assim.

Dividir o que deve ser dividido e unir o que deve ser unido faz parte da sabedoria. A união de elementos heterogêneos jamais é boa mesmo que possível, nem a divisão arbitrária de elementos semelhantes. Isto se aplica certamente tanto às coisas morais e religiosas, como às políticas e científicas.

Deus foi quem fez a primeira divisão, quando separou a luz das trevas no momento da criação. Esta divisão estabeleceu a regra para todo o comportamento divino na natureza e na graça. A luz e as trevas são incompatíveis. Tentar ter ambas no mesmo lugar ao mesmo tempo é tentar o impossível e o resultado será sempre nulo, nem uma nem outra, mas obscuridade e escuridão.

No mundo dos homens, atualmente são poucos os contornos que se destacam. A raça acha-se decaída. O pecado trouxe confusão. O trigo cresce junto com o joio, as ovelhas e os cabritos coexistem, as terras dos justos e injustos ficam lado a lado na paisagem, a missão tem o bordel como vizinho. Para continuar lendo Clique Aqui…

Maledicência, o disfarce de um coração enganoso

Em 2004, estava retirado na Chapada Diamantina – Bahia, buscando ao Senhor, quando fui despertado por uma passagem que relata o pacto de Galeede feito por Jacó e Labão, tendo por testemunha o Senhor que os vigiava, que iriam cumprir uma aliança que dizia: “para mal não passarei para o lado de lá, e tu não passarás para cá”, “para o bem de seus filhos”. Assim, o Senhor me disse: “O problema mais sério da igreja hoje é a maledicência”. No princípio, eu não enxergava o tamanho da gravidade do desvio, até que observando e estudando vi o que de fato é esse ferino pecado: ABOMINAÇÃO! Trata-se de uma arma destruidora usada pelo inimigo e que “amigos” e “irmãos” a utilizam indiscriminadamente, de forma deliberada e sem nenhum temor.

Eis o papel do Falso Profeta: esta é a entidade maligna responsável por criar “religião cristã”, sem as características e a essência de Cristo Jesus. Em Mt 15, o Senhor recriminou aos escribas e fariseus, quando questionado por seus discípulos não lavarem as mãos antes de sentarem à mesa. Jesus os desmascarou ao confrontar a negligência deles ao “mandamento de Deus” (honrar pai e mãe) com a “tradição dos anciãos”, concluindo: “E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição”. Ele ainda acrescenta as palavras de Isaías: “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens”.

Aquela realidade encaixa-se precisamente aos nossos dias quando um irmão tem problema com outro irmão, e, antes de resolver o conflito, procura o discipulador, companheiro, pastor, líder, cônjuge, filhos etc. e não vai direto à pessoa em questão. Em Mt 18:15, a palavra do Rei é clara: “Vai argüí-lo entre ti e ele só”. A covardia, deslealdade, entre outros motivos, levam-nos a transgredir o mandamento claro de Deus, tornando-nos como os fariseus: “religiosos”.

A maledicência visa diminuir a imagem da outra pessoa e chamar atenção para si. Assim fez a serpente com Adão e Eva no paraíso, maldizendo o Senhor e colocando dúvida nas suas palavras, diminuía a imagem de Deus perante eles: “É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comeres se vos abrirão os olhos e como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal”. Satanás é o pai da maledicência! Não é em vão que a palavra “diábolos” tem como traduções maldizer, caluniar e falar segundo ele ou por sugestão dele (Satanás). Na lista dos sete pecados que aborrecem ao Senhor, em Pv 6:16-19, o sétimo deles, “que a sua alma abomina” é o que “semeia contendas entre os irmãos”, onde a tradução do grego também é “diábolos”. Essa arma eficaz tem obtido grande êxito para o maligno no meio da casa de Deus, semeando desconfiança e separando irmão de irmão, confirmando as seguintes palavras, inclusive e infelizmente no meio do povo de Deus:

“e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.” (Mt 24:12).
“O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos” (Pv 16:27)

Jesus, nosso modelo, nunca pecou: “ o qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano”. Benditos sejam os seus santos lábios! Assim santificou-se o nosso Senhor. E conosco como será?

São três os agentes deste mal:
1. O Maledicente
2. O Ouvidicente
3. A Vítima

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O mal da AFLIÇÃO coopera para o bem do homem piedoso II

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”. (Romanos 8:28)

1. O mal da AFLIÇÃO coopera para o bem do homem piedoso.
(4). Aflições cooperam para o bem, pois elas são destrutivas para o pecado. O pecado é a mãe, a aflição é a filha; a filha ajuda a destruir a mãe. O pecado é como a árvore que gera um verme, e a aflição é o verme que come a árvore. Há muita corrupção no melhor coração; a aflição trabalha aos poucos para remover essa corrupção, como o fogo trabalha para remover a escória do ouro, “E voltarei contra ti a minha mão, e purificarei inteiramente as tuas escórias; e tirar-te-ei toda a impureza.” (Isaías 1:25) Se tivéssemos mais da nossa aspereza polida – se tivéssemos menos ferrugem! Aflições tiram de nós nada mais do que as escórias do pecado. Se um médico disser a um paciente: “Seu corpo está pálido e com muitas infecções que precisam ser tratadas ou você morrerá. Mas eu vou lhe prescrever um remédio que, embora possa fazer você ficar doente, apesar disso vai retirar os resíduos da sua doença e salvará sua vida”. Isso não seria para o bem do paciente? Aflições são remédios que Deus usa para nos curar de nossas doenças espirituais; elas curam o inchaço do orgulho, a febre da luxúria, o câncer da avareza. Elas não cooperam então para nosso bem?

(5). Aflições cooperam para o bem, pois elas são meios de desprender nosso coração do mundo. Quando você escava para retirar terra da raiz de uma árvore, é para afastar a árvore da terra. Assim também Deus escava para retirar nossos confortos mundanos e para desprender nosso coração da terra. Um espinho cresce com qualquer flor. Deus teria o mundo suspenso como um dente frouxo que ao ser puxado não nos incomodaria mais. Não é bom ser liberto? Os santos do passado precisaram. Por que o Senhor quebra o tubo-condutor, senão para que possamos ir a Ele, em Quem “são todas as nossas fontes” (Salmo 87:7)?

(6). Aflições cooperam para o bem, pois elas são um meio de nos confortar. “E lhe darei o vale de Acor por porta de esperança” (Oséias 2:15). Acor significa sofrimento. Deus adoça a dor externa com a paz interna. “A vossa tristeza se converterá em alegria.” (João 16:20). Aqui é onde a água se transforma em vinho. Depois de uma amarga pílula, Deus dá o açúcar. Paulo cantou na prisão. A vara de Deus tem mel no seu final. Os santos em aflição tiveram tão doces êxtases de alegria, que eles mesmos achavam-se nas fronteiras da Canaã celestial.

(7). Aflições cooperam para o bem, pois elas nos engrandecem. “Que é o homem, para que tanto o engrandeças, e ponhas nele o teu coração, e cada manhã o visites?” (Jó 7:17-18). Pela aflição Deus nos engrandece de três formas:

  • 1ª – Em nossas aflições, Ele irá condescender até o baixo nível de nos notar. É uma honra que Deus se importe com poeira e cinzas. O fato de Deus julgar-nos dignos de sermos afligidos nos engrandece. Deus não nos castigar é nos menosprezar: “Por que seríeis ainda castigados?” (Isaías 1:5). Se vocês irão continuar no pecado, então sigam seu curso — pecando para o inferno.
  • 2ª – Aflições também nos engrandecem, pois são insígnias de glória, sinais de filiação. “Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos” (Heb. 12:7a). Cada marca da vara é um emblema de honra.
  • 3ª – Aflições tendem a ser o engrandecimento dos santos, pois elas os tornam renomados no mundo. Soldados nunca foram tão admirados pelas suas vitórias, como os santos foram pelos seus sofrimentos. O zelo e constância dos mártires em suas provações renderam-lhes fama para a posteridade. Quão eminente foi Jó por sua paciência! Deus deixou seu nome registrado. “Ouvistes qual foi a paciência de Jó” (Tiago 5:11). Jó, o sofredor, foi mais renomado que Alexandre, o Conquistador. Para ler mais Clique aqui…

O motim das nações contra Deus

Satanás esta liderando o motim das nações contra nosso Deus. Por todos os cantos da terra, leis estão sendo decretadas para afrontar os princípios da Palavra. O pecado está sendo institucionalizado e se tornando regra obrigatória de valores da sociedade. E milhões que se dizem “cristãos” perderam o caráter de peregrinos e passaram a agir como cidadãos do reino das trevas.

No Brasil a situação é a mesma. Pesando bem, pior. Satanás está ganhando terreno diante de um país cheio de cristãos medíocres e mundanos. Uma verdadeira lástima. O estilo de vida satânico ganhou nomes diferentes para ser aceito. A maior parte do que se chama Igreja está atolada nos conceitos do inferno.

Em Babel, os homens tomaram uma decisão de uma máxima rebelião contra Deus. O desenvolvimento de Babel resultou em Babilônia, que teve um rei chamado Nabucodonosor, que se proclamou grandioso e majestoso, acima de Deus. Uma perfeita personificação do ideal de Satanás (Is 14.12-13).Esta rebelião tomou um curso definido na história, a cada época ele avança de forma avassaladora sobre os homens em trevas. Ninguém conseguirá impedir o curso do mundo, ele avançará para seu ápice, no reino do anticristo.

Jesus profetizou um esfriamento da fé nos últimos dias, por causa da multiplicação da iniquidade (Mt 24.12). Vemos o pecado por toda a parte e corremos o risco de não nos chocar mais com ele e aceitá-lo. Cada um deve tomar uma posição séria de rejeição ao sistema mundano ou não resistirá à força de sua carne alimentada pelo inferno.

Não entendo a fé, se é que existe uma fé real, de pretensos “irmãos” fãs da Rede Globo, Record, SBT ou de qualquer lixo “ao vivo” de Satanás. Que espírito habita neles, que os leva a saborearem as podridões infernais exibidas em suas TVs?

Não entendo a fé de “irmãos” que vivem nas locadoras de vídeo levando violência, pornografia (sim, qual o filme que não tem isto?), linguagem obscena e tantas outras coisas que são frutos da rebelião ao nosso Deus. Não entendo como esses “irmãos” não possuem prazer na lei no Senhor, para nela meditar de dia e de noite (Sm 19). Precisam que os produtos de Satanás os divirtam.

Não entendo a fé de muitos “irmãos” fãs de músicas elaboradas por embaixadores do inferno.

Não dá para entender o sucesso da música dita gospel. Quando mercadores e marreteiros da fé ganham fortunas e fama, usando o nome de Jesus como mercadoria. Seus ritmos embaladores de alma são cantados em “cultos”, com animadores de platéia e toda uma parafernália de instrumentos barulhentos. As músicas de adoração, feitas por quem andou perto de Deus, são substituídas pelas que representam a tendência do momento. Ou seja, nada diferente do restante do mundo. Uma lástima. Inventaram até um ministério de louvor ou adoração (uma coisa esquisita e contra os princípios da Nova Aliança!). Louvor e adoração passaram a ser frutos de talentos humanos e não de expressão de uma vida crucificada. Heresia.

Não entendo a fé de “irmãos” viciados em lixos na internet, coisas vãs e tempos perdidos em conversas tolas nas chamadas “redes sociais”. Consideram válido o tempo perdido em tolas conversas, quando poderiam gastar suas horas livres na Palavra e na oração. Mas, nisto eles não se sentem estimulados. E vivem de uma experiência rasa e duvidosa com Deus. Lembremos que os mornos serão vomitados da boca de Deus (Ap 3.16).

Não entendo a fé de “irmãos” ávidos por títulos, dinheiro, posições sociais e conhecimento. Eles não se enxergam assim. Falam de Deus e fingem que seu Reino está em primeiro lugar em suas vidas. Buscam seu próprio reino e pensam que enganam a Deus com palavras vãs. No dia do juízo, a Palavra diz que Deus julgará os segredos do coração do homem (Rm 2.16).

De fato, um monte de “cristãos” desfilando em “marchas para Jesus” deve fazer o inferno cair em gargalhadas e zombarias. Afinal Satanás controla a maioria dos que estão ali. Seus valores, entretenimentos e tempo são administrados pelos agentes do inferno. Para ler mais Clique Aqui…

Ver Para Se Compadecer

“Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas…” Mt 9.36

Jesus era Deus! E Deus se fez carne e veio ao mundo porque amou o homem caído e perdido! Ninguém amava mais os homens do que Ele. Mas, como homem, Ele perdeu Sua onipresença. Andando aqui na terra, como qualquer outro homem, estava limitado no tempo e no espaço. Jesus, então, era afetado pelo que via!

Vemos em Mt 14.12,13, que depois da morte de João Batista Jesus quis isolar-se. Ficar só. Ele queria se esconder da multidão. Sua alma humana reclamava isolamento. Mas, a multidão foi buscá-Lo. Aquelas ovelhas sem pastor queriam ser socorridas – sua alma exausta e aflita reclamava a graça e socorro que havia em Jesus… e Ele as atendeu! Renunciou sua necessidade humana – tão lícita e legítima – de isolamento, para socorrer aqueles aflitos. Ao ver aquela grande multidão, Jesus compadeceu-se dela! Ensinou-lhes muitas coisas (Mc 6.34); curou seus enfermos (Mt 14.14) e saciou sua fome (Mt 14.15-21).

Amados, conosco não será diferente: não nos compadeceremos das nações e dos povos da terra se não sairmos a vê-los! Assim como Jesus, também nós somos afetados por aquilo que vemos. O que virmos lá fora vai impactar nossa alma e marcar nossa consciencia. Produzirá aquela santa e bendita inquietação que moverá nossos passos por todo o mundo, pregando este Evangelho do Reino para testemunho a todas as nações (Mt 24.14).

Ver a necessidade dos perdidos nos produz compaixão e nos move em serviço abnegado. Ficar entregue ao nosso conforto e comodidade nos faz voltar os olhos e coração para nossas conveniencias (que muitas vezes apelidamos de necessidades), produzindo acomodação e imobilidade. Conforto vicia! Comodidade escraviza! Nossa fartura nos faz complacentes conosco mesmo e indiferentes aos outros. Neste exato momento, o Senhor mesmo nos está abrindo portas em países que vivem em  meio a  imensa miséria e trevas espirituais, e com necessidades materiais desesperadoras. Em meio a esta constrangedora pobreza espiritual e terrena vivem filhos de Deus, irmãos nossos, membros do mesmo Corpo e da mesma família, esforçando-se, com grande sacrifício, para repartir a graça de Deus entre seus compatriotas. Qual será a nossa cooperação?

Amados, Deus nos chamou a ser despenseiros e não banqueiros! Espera-se do despenseiro que seja encontrado fiel. Essa fidelidade é comprovada quando os necessitados são atendidos. Fomos chamados a repartir, e não a acumular os bens que nos foram confiados pelo Senhor, sejam bens espirituais ou materiais, celestiais ou terrenos (1Co 4.1,2; Mt 10.7,8 / Mt 6.19-21; Ef 4.28b; 1Tm 6.7-10,17-19).

O apelo do Senhor está muito claro. Como reagiremos? Que resposta daremos Aquele que sendo rico por amor de nós se fez pobre (2Co 8.9)?  Hoje Ele tem fome e sede e é forasteiro! Está nú, enfermo e preso! Iremos assisti-lo, ou ignorá-lo?! (Mt 24.35-40,44,45).

Cuidemos que o pão a nós confiado não crie môfo! PDF Clique Aqui…

Fonte: Fazendo Discipulos
Autor: Vanjo Souza