Palavra Aos Pais Humildade, Coerência, Fé e Obediência

 

Palavra Aos Pais Humildade, Coerência, Fé e Obediência – Vanjo Souza

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Palavra de Vanjo Souza a igreja em Salvador sobre a criação de filhos.
Fonte: Discípulos em Salvador

Conselho dos Ímpios x Conselho de Deus

Conselho dos Ímpios x Conselho de Deus (enfoque casados)

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Conselho dos Ímpios x Conselho de Deus (nfoque solteiros)

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Fonte: Discípulos em Salvador

Sem educação formal, irmãos ganham prêmios

Fora de escola desde 2006, os jovens estudam em casa apenas os temas que lhes interessam e não pensam em cursar faculdade

Davi e Jônatas estão com as malas prontas para a primeira viagem ao exterior: vão para a Califórnia em agosto. Ganharam as passagens e a estadia para a Campus Party americana após vencerem um concurso na edição brasileira do evento.
Tiago Queiroz/AE

Por aqui, eles concorreram com mais de 7 mil “nerds”, egressos dos cursos de Engenharia e Ciência da Computação. O currículo dos campeões, no entanto, é bem mais modesto. Eles abandonaram a escola antes de concluir o ensino fundamental.

Os dois foram educados pelos próprios pais, em casa. “Se eu estivesse no colégio, estaria entrando na universidade. Em casa, foquei apenas no que gosto. Não perdi tempo nas disciplinas que não me interessam”, diz Davi, de 19 anos. Jônatas, um ano mais novo, alfineta: “Mesmo porque o melhor é ter uma boa ideia. Depois, se for preciso, coloco um engenheiro para programar”.

A cada afirmação, os dois olham de soslaio para o pai, sentado no sofá ao lado e se segurando para ele mesmo não responder a todas as perguntas. A cada prêmio dos filhos – só nos primeiros quatro meses deste ano eles já ganharam cerca de R$ 30 mil em concursos – Cléber Nunes se convence ainda mais da decisão tomada no fim de 2005, quando Jônatas e Davi terminaram a 5.ª e a 6.ª série.

“Mas, mesmo com todos esses prêmios, ainda dizem que neguei educação para os meninos”, diz o pai, referindo-se ao crime de abandono intelectual pelo qual ele e a mulher, Bernadeth Nunes, foram condenados em 2010. Também teriam de pagar uma multa, estimada hoje em R$ 9 mil, pela condenação em um processo na área cível por descumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Não quitamos porque temos certeza de que nossos filhos receberam instrução adequada”, afirma a mãe.

Quem a vê tão convicta nem imagina que ela era terminantemente contra a decisão do marido. Tanto que, na primeira tentativa de Cleber, no fim de 2004, Bernadeth vetou a ideia. Para convencer a mulher, ele foi aos Estados Unidos, conheceu famílias que praticavam o ensino domiciliar e trouxe uma mala cheia de material sobre o tema.

Começava aí seu processo de “doutrinação” que só tem ganhado adeptos. A mais nova convertida é a pequena Ana, a caçula da família. Aos 5 anos, ela já sabe ler e escrever, é fluente em inglês e, apesar de nunca ter frequentado uma escola, tem uma opinião formada sobre o que se aprende na instituição: “Nada”.

Informal. A sala de aula da menina é um cantinho do escritório coletivo que fica no térreo do sobrado em que a família vive, no município mineiro de Vargem Alegre. No espaço, as bonecas ficam junto dos livrinhos de tecido costurados por Bernadeth.

Enquanto a mãe ensina a menina a ver as horas, Jônatas desenvolve um software para informatizar as mercearias do município, e Davi é capaz de se esquecer de comer só para programar os códigos que darão origem a um programa capaz de ajudar os candidatos a vereador e a prefeito a mapear redutos eleitorais e traçar estratégias de comunicação.

Creditam todo o aprendizado à técnica implementada pelo pai, autodidata que saiu da escola no 1.º ano do ensino médio.

Assim que os tirou da colégio, Cléber os ensinou lógica, argumentação e aritmética, base a partir da qual eles poderiam estudar o que lhes conviessem. Davi e Jônatas decidiram ignorar disciplinas como química, biologia e geografia. “Por que eu deveria saber o que são rochas magmáticas?”, questiona Jônatas.

Das disciplinas oficiais, ficou somente o inglês. Para estimular a fluência, Cléber comprava cursos de informática em inglês e pedia que os filhos legendassem documentários.

Atualmente, cada um faz seu currículo e seu horário. Mas nunca são menos de seis horas diárias, seis dias por semana. Jônatas, webdesigner, dispersa fácil, tanto que decidiu sair do Facebook para não perder tempo. Davi, programador, é mais centrado, cumpre à risca a grade horária colada no mural do seu quarto, ao lado de onde se vê um versículo bíblico em hebraico, idioma que ele aprendeu sozinho com o intuito de compreender melhor textos do livro sagrado.

Motivação. A retirada dos filhos da escola coincidiu com a decisão da família por uma vida mais simples e de retorno a padrões morais descritos na Bíblia.

Cléber abriu mão de sua empresa de produtos de aço inoxidável, como troféus e placas de honra, para fabricar as peças no quintal de casa. Bernadeth, que era decoradora e cursava Arquitetura, abandonou o curso e, desde então, dedica-se a cuidar da casa e a alfabetizar a filha.

Tiago Queiroz/AE
Por fim, trocaram a cidade de Timóteo, com 80 mil habitantes, pela pequena Vargem Alegre, de apenas 7 mil moradores e quase nenhuma opção de lazer. “O pai nos comunicou sobre a mudança. No começo, estranhamos, mas agora já me acostumei com o passeio na pracinha da igreja”, diz Davi.

Vez ou outra, jogam futebol com os vizinhos e viajam a Timóteo para encontrar os primos e os ex-amigos de escola. No dia a dia, e sem TV em casa, os cinco estudam, trabalham, fazem as refeições e divertem-se assistindo a vídeos do Youtube. Mas não cansa ficar tanto tempo juntos? Pelo jeito, não. Como acompanhantes da viagem à Califórnia, os meninos não hesitaram: vão levar o pai e a mãe.

Educadores divergem sobre metodologia de ensino fora da escola

Profissionais da educação divergem sobre a possibilidade de pais educarem seus filhos em casa, fora do ambiente escolar. A pedagoga Maria Celi Chaves Vasconcelos, professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na Universidade Católica de Petrópolis, fez uma pesquisa de pós-doutorado analisando a prática no Brasil e em Portugal. Aqui, a legislação não permite. Lá é liberado, dentro de algumas regras – entre elas, avaliação periódica.

“Apesar de ser um tema envolto em preconceito, que ainda recebe muitas críticas, as mudanças estão começando e mostram que existem outras maneiras de educar as crianças que não seja na escola”, diz Maria.

Para o pedagogo Fábio Stopa Schebella, diretor pedagógico da Associação Nacional de Ensino Domiciliar, o preconceito contra o método é falta de informação. Ele, que já deu aulas em escolas regulares, hoje presta consultoria pedagógica para algumas famílias que ensinam os filhos em casa.

“Há uma crença equivocada de que as crianças que são educadas em casa não se socializam ou não aprendem direito. E isso é um erro. Elas têm rendimento até melhor, tanto na parte intelectual quanto social”, afirma.

Equívoco. Quem tira os filhos da escola lhes rouba a oportunidade de se desenvolver integralmente, diz a professora Silvia Colello, da Faculdade de Educação da USP. “Nem a baixa qualidade e a falta de segurança das escolas justificam uma opção radical como essa. Esse tipo de ensino pode preparar a pessoa para o trabalho, mas não para o mundo.”

Além disso, segundo Silvia, há um problema curricular. Em casa, muitos pais optam por privilegiar os temas de interesse do filho em detrimento de outras disciplinas. “É interessante que a família esteja atenta para captar os interesses e aptidões, mas cabe aos pais abrir perspectivas para novos interesses. Como é que o adolescente diz que não gosta de física, se ele nunca estudou a disciplina?”

O argumento de que é direito dos pais decidir o modelo mais apropriado de ensino é rebatido pelos educadores contrários à educação domiciliar: o direito da criança de frequentar a escola é que deve prevalecer.

A aceitação dos filhos a esse modelo de ensino, argumenta a pedagoga, tem mais relação com a falta de opção do que com a satisfação. “A maioria das crianças ou nunca foi à escola ou dela foi tirada muito cedo. Não têm parâmetros para comparar porque não conheceram o lado de cá.”

Leis brasileiras não permitem ensino em casa

A legislação brasileira em vigor determina que os pais ou responsáveis matriculem as crianças na rede regular de ensino – o que torna ilegal, portanto, a prática do ensino domiciliar.

O artigo 6 da lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases) diz que “é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 anos de idade, no ensino fundamental”. Já o artigo 55 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que os pais ou o responsável têm a obrigação de matricular os filhos ou pupilos na rede regular de ensino.

O Código Penal, em seu artigo 246, diz que é crime de abandono intelectual “deixar, sem justa causa, de prover a instrução primária de filho em idade escolar”.

As famílias que defendem a educação fora da escola se baseiam no artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um tratado internacional ratificado pelo Brasil, que diz “que os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.

O Ministério da Educação informou, por meio de sua assessoria, que não se manifesta em relação ao tema, pois se trata de uma questão jurídica/legal.

Permissão. Embora a legislação não permita a prática, há um projeto de lei do deputado Lincoln Portela (PR-MG) em tramitação na Câmara dos Deputados pedindo a regulamentação da educação básica domiciliar. O ensino deve ser realizada pelos pais, mas com supervisão e avaliação periódica.

Fonte: Ocimara Balmant e Fernanda Bassette, de O Estado de S. Paulo

Educação Domiciliar

Seguem alguns videos e informações sobre a evolução da Educação Domiciliar no Brasil:

Pronunciamento do deputado Lincoln Portela na Câmara – Parte #1:

Pronunciamento do deputado Lincoln Portela na Câmara – Parte #2:

Entrevista na Rede Minas – Parte #1:

Entrevista na Rede Minas – Parte #2:

Matérias:

Estadão.com.br – Sem educação formal, irmãos ganham prêmios – http://goo.gl/lwXf1

O OFÍCIO DA MULHER SANTA

Mulheres que fazem profissão de servir a Deus

“ADMOESTO-TE, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo. Para o que (digo a verdade em Cristo, não minto) fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios na fé e na verdade. Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda. Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.” (I Timóteo 2:1-10)

Gostaria de compartilhar uma revelação que o Senhor me deu há algum tempo. (lembrando que revelação é o que vivemos e não o que sabemos na teoria, pois a letra é morta se o Espírito não transformá-la em vida para nós). Vinha com essas palavras em meu coração, como uma continuação do texto “Mulheres, de que Reino Somos?”, que tem abençoado não só a mim, mas a muitas irmãs também. Espero que o Senhor traga revelação e graça a todos os que lerem este texto, para honra e glória somente Dele.

Em I Timóteo 3:1-10, o Senhor nos revela Sua vontade em relação a alguns assuntos. A lista começa falando de oração, intercessão, adoração. Quando chega o verso 9, o texto é iniciado com a expressão “que do mesmo modo…”. Isso demonstra que o assunto que o Senhor irá tratar a partir desse versículo é tão importante para Ele quanto os anteriores, exigindo de nossa parte a mesma diligência.

O Espírito trata então com muita seriedade o modo de viver das filhas de Deus.

Primeiro, fala sobre a aparência exterior. Parece estranho que o Espírito comece pelo exterior. Mas, é assim porque o Senhor está instruindo a mulheres que “fazem profissão de servir a Deus…” (v. 10). Assim, se esta é a nossa profissão, o nosso ofício, o nosso comissionamento, o nosso exterior deve ser condizente. Diversas vezes na nossa vida secular reconhecemos a profissão de uma pessoa pela vestimenta dela. Isso é muito comum. Do mesmo modo, se a nossa profissão de fato é servir a Deus, devemos nos vestir adequadamente.

A Bíblia não contém um encarte de modelos de roupas ou ilustrações de moda para seguirmos. A Palavra nos ensina PRINCÍPIOS acerca de vários assuntos e sobre esse assunto que estamos tratando também. Hoje, no meio da Igreja, temos aqueles que proíbem certas vestimentas e outros que deixam a critério de cada um. O perigo do primeiro grupo é que algumas irmãs podem estar expressando em seu exterior uma falsa imagem, pois no interior não são mulheres segundo o padrão de Deus. Mas, o grande perigo dos que não têm regras é de que muitas vezes não entendem e nem enxergam os PRINCÍPIOS que o Senhor estabeleceu acerca da aparência exterior das suas filhas.

E que PRINCíPIOS são estes? Bem, o verso 9 fala em honestidade (pureza), pudor (decência) e modéstia (simplicidade). Então, quando vou me vestir devo ter esses princípios na mente e no coração. Estou com aparência de pureza, estou decente, expresso simplicidade? Se a resposta é positiva, então, estou fardada como aquelas que têm a ‘profissão de servir a Deus’. Esses PRINCÍPIOS, é bom que se diga, estão sendo muito desprezados hoje. Isso porque a moda do mundo tem entrado na Igreja e isso tem rebaixado o padrão, levando os critérios a ser abaixo daquilo que o Senhor estabeleceu para nós. O padrão de decência tem sido rebaixado, puxando para baixo os decotes e para cima o comprimento das saias. O padrão de pureza tem sido afrouxado, ao contrário do que acontece com as calças, cada vez mais justas e de cós baixo. Quão vulgar é uma mulher que se senta e a calça mostra suas partes íntimas!!! Quão devassa é aquela que revela parte dos seios por causa dos profundos decotes!!! Como há sensualidade nos assim chamados ‘tomara-que-caia’ ( o próprio nome já está dizendo…). Será que quando nos vestimos, arrumamos, maquiamos estamos preocupadas em honrar a nossa profissão (repetindo, que é servir a Deus)?

Um assunto delicado são as roupas de praia e piscina. Não vou entrar em detalhes, mas, devemos nos questionar diante de Deus se nossas roupas de banho correspondem aos princípios que estamos vendo. Posso dizer que, no geral, a resposta é NÃO. Devemos lembrar que o nosso paradigma não são as filhas das trevas, mas a Palavra. Há alguns anos atrás, quando íamos a praia ou piscina, em retiro, por exemplo, víamos uma preocupação das irmãs solteiras, das casadas, das mães concernentes às suas filhas, quanto a roupa de banho. Sou do tempo que a cristã, ou a crente, era tida como atrasada, careta. Penso que o padrão do Senhor não mudou. Não devemos, então, nos adequar a moda do mundo, que cada dia está mais sensual e provocativa. Só para lembrar: “os sensuais não têm o Espírito” (Judas, 19).

Aprofundando um pouco mais, uma mãe que se veste segundo os critérios da Palavra irá ensinar a suas filhas o padrão do Senhor com o seu exemplo e aos filhos a terem critério na hora de escolherem uma esposa (sim, porque homens de Deus, sérios no Senhor observam tudo isso na hora de escolherem uma esposa…).

No versículo 10, o Espírito nos revela que devemos nos vestir, ataviar com BOAS OBRAS. Fazemos parte da Noiva do Cordeiro, que está sendo ataviada para as Bodas. Que boas obras são estas? Bem, a resposta vem no capítulo 5, versículo 10:

“ Tendo testemunho de BOAS OBRAS: se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda boa obra.” Ler mais Clique aqui…

1º Retiro de Casais em Taubaté – SP

Entre os dias 22 a 24 de julho de 2011 tivemos um tempo com alguns casais em Taubaté – SP. Nesse tempo tivemos o privilégio de poder estudar as Santas Escrituras e revisarmos o ensino do Senhor sobre temas que envolvem o casamento, O Papel do Marido, O Papel da Esposa e A Criação de Filhos. Foi um tempo cheio da presença do Espírito Santo, de  comunhão, de cânticos e de edificação.

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